Chatbots e robôs. A cada dia mais presentes em nossas vidas.

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Será que estamos começando a aceitar cada vez mais os robôs? A tecnologia de chatbots e Inteligência artificial está a cada dia mais presente em nossas vidas. Mas esta crescente presença ainda é um fato que gera opiniões contraditórias. Questões como a substituição dos postos de trabalho do homem pela máquina, e as interações “pouco naturais”, especialmente com os robôs de atendimento, são dois dos principais fatores de controvérsia.

Por outro lado, as pessoas estão começando a aceitar que robôs ou outras inteligências artificiais possam realizar tarefas feitas por humanos. 

Um fato pouco sabido, é que os robôs são usados na indústria desde a década de 1960. Porém, o ponto central dos robôs em nossa Indústria 4.0 é ter como diferencial mais importante o uso da Inteligência Artificial. O que permite com que os robôs que lidam diretamente com consumidores estejam cada vez mais presentes em nossa vida cotidiana. Alexa, Siri e os chatbots já são parte da rotina de muita gente. 

Mas vejamos um dos pontos de controvérsia: a substituição dos postos de trabalho por máquinas. Atualmente, os robôs já executam cerca de 50% dos trabalhos atribuídos aos homens, um estudo conduzido pela consultoria McKinsey calculou que 800 milhões de humanos poderão ter seus postos de trabalho substituídos por robôs até 2030.

Neste sentido, especialistas do assunto argumentam que os robôs substituirão os humanos em atividades de tarefa e repetição. Segundo o economista e pesquisador Mark Williams, os robôs não são capazes de efetuar análises profundas, e nem têm conhecimento suficiente para cumprir determinadas tarefas.

Isso demonstra que por enquanto, ainda é impossível automatizar algumas atividades, especialmente aquelas que necessitem de destreza e aptidões humanas, e as que exigem soluções criativas. O universo das indústrias é, e ainda será o maior utilizador de robôs.

Os chatbots e a indústria de insights.

Sob a nossa perspectiva como empresa da indústria de pesquisa e insights, o uso dos chatbots só agregou mais valor. A disrupção com os modelos tradicionais nos trouxe um salto qualitativo, realizando estudos sob uma ótica muito mais centrada na experiência individual de cada respondente. A automação nos permitiu estar junto ao às pessoas nas modalidades e momentos que mais são naturais aos seus contextos.

Apesar da aceitação total e do acesso à essas tecnologias ainda não estarem totalmente difusos, temos aceitado a convivência com estes robôs para a nossa própria conveniência, bem-estar e conforto. No futuro, a geração Alfa não distinguirá nem mais o digital do físico. E hoje os Millennials e a Geração X já são mais abertos às interações com robôs. 

Mas então, estamos começando a aceitar os robôs? Achamos que sim, o uso dos robôs e da Inteligência Artificial representa uma grande evolução em nossa indústria, mas sobretudo em nosso dia a dia.  Aqui no On The Go trabalhamos combinando a inteligência de humanos e máquinas com dados para criar pesquisas centrados no consumidor, criando novas experiências para o setor da pesquisa de mercado.

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